Terreiros de Umbanda realizam I caminhada em Picos
- A Associação Umbandista de Picos realizou nesta terça-feira a primeira edição da Caminhada dos Terreiros, percorrendo importantes vias da cidade até a praça Felix Pacheco para promover a visibilidade da fé umbandista.
- O evento contou com o apoio oficial da prefeitura local, por meio da Coordenadoria de Direitos Humanos, reforçando o compromisso da administração pública com a equidade e o respeito institucional a todas as crenças religiosas.
- Lideranças religiosas como a mãe de santo Jandira de Iemanjá destacaram que a iniciativa busca combater o preconceito social contra a umbanda, enfatizando a importância da caridade e da igualdade entre as diversas denominações.
[ad#336×280]Na tarde desta terça-feira (13), os umbandistas promoveram a I Caminhada dos Terreiros de Picos. Os participantes da caminhada se concentraram no 2º Balão do bairro Bomba e em seguida percorreram a avenida Deputado Sá Urtiga, a Estrada de Santos e por último a avenida Getúlio Vargas até a praça Felix Pacheco.
Na praça usando trajes tradicionais utilizadas durante as cerimônias religiosas os umbandistas cantaram e dançaram cânticos da religião.
A caminhada foi promovida pela Associação Umbandista de Picos com apoio da Prefeitura, através da Coordenadoria de Direitos Humanos e Orientação Sexual. Segundo a coordenadora da pasta, Jovanna Cardoso, a administração “Compromisso Com o Povo” respeita todas as religiões e vem apoiando todos os eventos realizados por essas crenças.

“O prefeito apoiou a Caminhada da Paz da igreja católica, apoiou a Marcha para Jesus das igrejas evangélicas e hoje apoia a Caminhada dos Terreiros de Umbanda de Picos e certamente por ser o primeiro foi histórico”, conta Jovanna.

De acordo com a mãe de santo Jandira de Iemanjá, da Tenda Espírita Iemanjá, a caminhada tem o objetivo de buscar a igualdade das religiões e lamenta que a umbanda é visto de forma diferente por parte da população picoense.

“Estamos lutando pela igualdade social, não só em termos das outras religiões como na sociedade em, porque somos vistos com preconceito e somos cheio de muita luz e caridade que é só o que sabemos fazer na verdade”, disse.
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