Piauí confirma primeiro caso de Flurona
- O Laboratório Central do Piauí confirmou nesta quinta-feira o primeiro caso de flurona no estado, diagnosticado em uma idosa de 84 anos, residente em Parnaíba, que apresentou coinfecção simultânea por coronavírus e influenza H3N2.
- A paciente, que possui comorbidades, manifestou sintomas gripais leves como febre e dores corporais, necessitando de internação em leito clínico no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, onde recebeu assistência médica antes de receber alta hospitalar.
- Especialistas da Secretaria de Saúde reforçam que a identificação da flurona exige testes laboratoriais específicos devido à semelhança dos sintomas, destacando a importância da vacinação completa e das medidas sanitárias para evitar complicações graves.
O Laboratório Central do Estado (Lacen-PI) confirmou nesta quinta-feira (27), o primeiro caso de infecção simultânea pelos vírus influenza e coronavírus. A identificação da dupla contaminação foi observada em uma mulher de 84 anos, moradora de Parnaíba.
A mulher, que possui comorbidades, apresentou sintomas gripais leves – como febre, dor de cabeça e no corpo – precisou de hospitalização em leito clínico, no HEDA, mas já teve alta. Ela possui comorbidades e o resultado confirmatório do teste RT-PCR saiu hoje (27).O Lacen informou que o vírus influenza detectado na paciente é o H3N2.

A chamada flurona é a dupla contaminação que ocorre quando dois testes – para gripe e covid-19 – dão positivo. O termo foi criado a partir da palavra “flu” (gripe, em inglês) e “rona” (de coronavírus). Como os sintomas da covid e da gripe influenza são semelhantes, só mesmo um exame de laboratório especifico pode confirmar a coinfecção pelos dois vírus.
“Por causa da semelhança dos sintomas, as duas infecções podem ser inicialmente confundidas. A única forma de identificar a flurona é fazendo os testes para Covid-19 e influenza”, afirma Herlon Guimarães, superintendente de Atenção à Saúde. Ele destaca que a imunização contra a Influenza e a Covid-19, são eficazes para a doença e suas formas mais graves.
Além disso, é preciso seguir as demais medidas de proteção contra o vírus, como uso de máscara de proteção, higienização constante das mãos, distanciamento e, se preciso, isolamento social.
Ascom Sesapi
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