Presos em Operação Neoplasia residem em Fátima do Piauí e não são servidores do INSS de Picos
- A Operação Neoplasia da Polícia Federal desarticulou um esquema criminoso no bairro Fátima, em Piauí, onde três indivíduos falsificavam laudos médicos de câncer para garantir a concessão indevida de auxílios-doença pelo INSS.
- Dois dos três suspeitos detidos na ação policial já foram liberados pelas autoridades, restando apenas uma mulher sob custódia, enquanto as investigações prosseguem para identificar a extensão total das fraudes previdenciárias cometidas.
- Os envolvidos atuavam como intermediários independentes na falsificação de documentos, sem vínculos com servidores do INSS ou hospitais, mantendo o sigilo de suas identidades em estrita conformidade com a Lei de Abuso de Autoridade.
Duas pessoas, das três presas na Operação Neoplasia, deflagrada pela Polícia Federal, conseguiram a liberdade. Todos os alvos residem no bairro Fátima do Piauí e foram detidas por estarem envolvidas em fraudes no INSS, assegurando auxílio doença a terceiros sem que estas tenham nenhuma doença.
Foram presos duas mulheres e um homem. Destes, apenas uma das mulheres continua detida.
Segundo informações repassadas pela assessoria da Polícia Federal ao Portal RiachãoNet, os envolvidos são cidadãos comuns que falsificavam laudos médicos, não sendo nem servidores do INSS e nem profissionais de hospitais.

Até o momento não se sabe de nenhuma ligação direta dos envolvidos na operação com servidores do INSS ou de outras instituições ou profissionais. Os nomes e iniciais deles também não foram divulgados, atendendo à Lei de Abuso de Autoridade, que proíbe que a polícia os exponha.
Eles [envolvidos] atuavam como intermediadores, ou seja, fabricavam exames e laudos falsos constatando, em sua maioria, neoplasia maligna, que é o que conhecemos por ‘câncer’.
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